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Muitos dias sem escrever. Momento de transição na vida. Ou melhor de reflexão sobre várias coisas. Comunicação é algo invocado. Em prospecção em uma terra que não conhece muito seu poder, percebi o quanto é importante vender esta ferramenta em prol da construção de marcas sólidas que, por sua vez, enaltecem ainda mais o papel daquela localidade. Propaganda ainda é tudo. Investir nisso é algo fundamental. Como fazer para que reconheçam que propaganda é fundamental, mas não é tudo. Que para a consolidação e manutenção de uma marca bem estruturada só com programas de comunicação constantes e que atinjam também seus outros públicos, muitas vezes subjulgados a apenas o valor do salário do final do mês e não à sua vida, que se esvai a cada dia em instalações desprovidas de carinho e de respeito aos seus trabalhos? Desafios que se Deus quiser, ei de superar!
Escrito por Escrito por Mônika Vieira às 20h38
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Política
No último fds, fui para o interior. Pela primeira vez acompanho de perto as emoções que causam o período eleitoral no interior do Estado. Ao contrário da capital, a política é um dos temas principais e todo mundo, seja garçom ou empresário, todos sabem tudo a respeito dos seus candidatos e defendem-nos com "unhas e dentes". Claro que existe um certo exagero na "defesa", mas dá uma ponta de inveja de tanto compromisso com a política!
E para completar... eis reportagem da semana, ou melhor, eis uma das melhores histórias de superação e determinação que já vi na minha vida, exibida no Fantástico do dia 30 de junho deste ano: http://br.youtube.com/watch?v=vziGb1ou9gU
Escrito por mkav às 21h43
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Namorados
Dia dos Namorados. Uma quinta-feira. Adoro datas especiais. Adoro saber que todos celebram a mesma coisa em um único dia. Saber que todos estão felizes (ou pelo menos um grande grupo). E celebrar o amor é ainda mais belo. Se todos os dias pudéssemos celebrar o amor, quem sabe menos guerrar teríamos. Vale a pena amar. Ser amado melhor ainda. Se não for, paciência. Não sou pessimista. Acredito que sempre temos alguém a nossa espera. Basta se abrir para o amor, deixar ele fluir. Vale a pena!
Escrito por mkav às 09h44
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Comunicação Interna
Investir na comunicação interna é um bom negócio?
abril/2008
As discussões e estudos do mundo da comunicação cada vez mais se voltam para o mercado externo. E esse é o ponto de vista que ainda predomina entre os empresários quando se fala na valorização dos públicos. Muitos, no entanto, se esquecem de um essencial e que pode destruir em frações de segundos sua imagem e, conseqüentemente, a de sua empresa: o funcionário, ou melhor, o colaborador. As empresas estão terceirizando cada vez mais e há uma grande distorção de tratamento entre o funcionário, registrado em carteira, e o chamado terceirizado. Uma vez que este atua diária e diretamente como cliente, o comprometido deve ser igual. É o colaborador, funcionário ou terceirizado, que sabe todo o dia-a-dia da empresa e, principalmente, seus pontos fracos e fortes. Por que não, então, divulgar primeiro para o colaborador a conquista de um grande cliente antes de liberar para a imprensa? Por que não desenvolver um programa de relacionamento com seus familiares antes de investir volumosas quantias em ONGs que muitas vezes nem compensam? O mercado está aí, cheio de historinhas de empresas que quebraram ou tiveram sua imagem abalada por causa de denúncias de colaboradores. E sabe por quê? Falta de um fluxo interno de comunicação eficiente. Investir na comunicação interna, além de ser uma excelente forma de reconhecer o empenho de cada colaborador, não caiu de moda e deve ser sempre colocada como uma das principais estratégias corporativas. Intranet, jornal mural, blog, informativos, programas de integração, não importa a ferramenta, mas os efeitos da divulgação das informações e desenvolvimento de projetos voltados para esse público. O fracasso, porém, é garantido se a comunicação não aliar seus esforços ao marketing e aos recursos humanos da corporação, principalmente este, que conhece como ninguém o colaborador. A união desenvolve muitos cases de programas de comunicação interna de sucesso, tornando o colaborador um grande apoiador e difusor das ações da empresa. Se o “boca a boca” negativo gera grandes prejuízos na imagem de uma corporação, imagina o estrago que um colaborador pode fazer se ele for a fonte do buchicho? Por isso, mesmo que surjam outras tendências e novos públicos, mostrar ao empresário que vale a pena investir em comunicação interna ainda é um bom negócio.
Mônika Vieira Jornalista, especialista em marketing e gerente de atendimento da VSM Comunicação
publicação: http://www.sincosindicato.org.br/artigos.html
Escrito por mkav às 22h30
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A Favorita
Novela boa esta que estreou. Tem tudo o que gosto. Jornalismo, campanha política e suspense. Claro que os dois primeiros, carregam um pouco de caricaturas, mas de uma maneira inteligente e interessante. Pelo menos para mim, já foi eleita a novela favorita!
Agora falando sério, adorei reportagem "Os três mosqueteiros" da Época Negócios. Meritocracia bem sucedidada na prática e de uma maneira mais simples. Valorizar os funcionários tornando-os sócios, principalmente aqueles que zelam pela empresa e se consideram "donos" dela, é uma tendência e pelo que parece cada vez mais em crescimento.
Escrito por mkav às 22h04
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Sertanejo digital
Podem me chamar de brega, mas adoooorooooo música regional. E a música sertaneja continua sendo uma grande pedida. A divulgação dos hits cada vez mais também pode ser através do uso da internet. Gostou de uma música que ouviu na rádio? Basta ir no youtube e conhecer melhor os cantores. Uma das grandes pedidas e com grande número de acesso de internautas é a dupla Victor e Leo. Estourados graças ao Faustão (eu não vi, juro!), são grandes campeões no site de vídeos mais popular do mundo ou pelo menos no Brasil. Simplesmente adorei. Quando pintarem pela terrinha, estarei marcando presença e até lá cantando todas as músicas aprendidas na net e não só na rádio.
http://br.youtube.com/watch?v=SN5k_UYKBzA&NR=1
Escrito por mkav às 20h53
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Ferrugem
Até mesmo nos EUA, onde o trabalho de relações públicas é super valorizado, os filmes produzidos por este país acabam cometendo algumas falhinhas. Tudo bem que nem tudo é para ser levado ao pé da letra, mas se fôssemos transportar para a realidade a história do homem de ferro, daria uma ótima comédia corporativa. Ou melhor, desastre corporativo. Uma grande companhia, sem dúvida, tem que ser assessorada por um bom profissional ou agência de relações públicas. Assim como aconteceu no filme, anunciar algo que possa abalar a imagem de uma corporação sempre deve ser analisado com cautela e profissionalismo. Nesta hora, nada melhor que um especialista em gerenciamento de crises. E o melhor profissional para isso é um profissional de comunicação. Assim como no filme, a revelação de certos acontecimentos (não vou contar, pois quem não assistiu ao filme, vale a pena conferir!), despencou de imediato o valor da empresa na bolsa de valores. Se ele tivesse ao lado um assessor, o assunto poderia até ser revelado, mas sem tantos estardalhaços. Gerenciar uma crise requer quatro etapas importantes: investigação, levantamento de potenciais transtornos, treinamento/prevenção e TRANSPARÊNCIA. Depois do leite derramado, o profissional de comunicação até que as vezes consegue limpá-lo, mas as manchas no piso podem ser irreparáveis.
Escrito por mkav às 22h17
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Regionalização
Ainda não li muito sobre serviços do setor aéreo, mas viajar de avião, além de sinônimos de medo e atraso, agora os serviços das companhias conseguiram ser piores do que nunca. Há 2 semanas senti na pele a emoção. Na ida para SP, por azar, peguei um vôo internacional. Daí, tive que tirar todos os líquidos e cremes da minha bolsa e colocar em um saquinho. Tudo bem, porém, a cena foi patética, pois a atendente resolveu explicar para mim em alto e bom som como proceder e ainda ficou olhando enquanto arrumava a sacolinha. Já pensou se eu tivesse ali algum item bastante pessoal???? Na volta para casa, outra irritação. Resolvi chegar com mais de 2 horas de antecedência em um aeroporto de São Paulo. Lotado. Para completar, a novidade. Minha companhia aérea me obrigou a pegar uma fila para fazer check in eletrônico em um dos belíssimos tótens instalados no saguão. Depois disso, precisei pegar outra fila para despachar as malas. Isso mesmo. 2 filas. Simples se não fosse a lotação do aeroporto e a falta de orientação das atendentes da companhia aérea. Além de não organizarem a fila do check in "self service" , não tinha gente suficiente para ensinar aos clientes como funcionava este serviço. Muitos passageiros passavam até pelo menos 10 minutos digitando e redigitando códigos e nada da confirmação do chick in. Vencido o sufoco, uma fila quilométrica para se desfazer das bagagens. Ainda bem que cheguei cedo, pois se eu tivesse resolvido chegar apenas com 1 hora de antecedência, sei não... Olha, pode funcionar em outros países, mas esta história de check in eletrônico aqui no Brasil ainda não tem muita lógica não. Talvez desse certo, por exemplo, para os passageiros que não tenham bagagem para despachar. Pois daí, só pegavam uma fila. Não é querendo dar uma de coitadinha, dizendo que brasileiro sempre é sofredor, mas se eu tivesse investido a hora perdida em filas em uma leitura produtiva, por exemplo, quem sabe eu contribuiria ainda mais para o futuro da nossa nação (risos!) e ainda teria guardado só boas recordações da viagem, não é mesmo?
Escrito por vieira.monika às 00h07
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Praconhecimento
Pegando o gancho do dia-a-dia do trabalho, afinal são pelo menos 8 horas do meu dia em "expediente", tentarei fazer meus registros "praconhecimento" para quem se interessar por uma recém ingressa ao mundo dos blogs. Quer dizer, já tentei criar várias vezes, mas nunca passou da primeira postagem. Acredito que a comunicação, área que mais gosto de falar na vida (lembre-se, pelo menos 8 horas do meu dia falo nisso), será um dos temas principais do "praconhecimento". Talvez faça análises de algum falto real ou ainda de tendências e coisas bacanas que todo mundo que trabalha ou não com comunicação poderia ficar antenado. Mas posso também simplesmente registrar aqui coisas diversas do meu mundo "incomunicável". É isso aí, o "praconhecimento" está no ar. Desejem-me sorte!!!
Escrito por vieira.monika às 23h21
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